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O aborto nunca será a solução

2023-09-15 13:53

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Nota à Imprensa,

O aborto nunca será a solução

A Direcção-Geral da Saúde tornou público, na quarta-feira, um estudo, denominado «Acesso à Interrupção Voluntária da Gravidez no Serviço Nacional de S

A Direcção-Geral da Saúde tornou público, na quarta-feira, um estudo, denominado «Acesso à Interrupção Voluntária da Gravidez no Serviço Nacional de Saúde», onde é divulgado que, nos últimos cinco anos, foram realizados por volta de 71 mil abortos recorrendo aos impostos dos cidadãos portugueses e apostando numa política genocida que conduzirá, a médio e longo prazo, à «inevitável» imigração de substituição em massa. 
 

De acordo com o citado estudo, no ano de 2022, foram registados 15.616 abortos, mais dois milhares do que no ano precedente, verificando-se um acréscimo de 15% nesta prática culpável que, desde 2007, é permitida por lei e encoberta pelos paladinos das liberdades para todos.
 

Comentando o documento, o Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, sustentou que as consultas para a «interrupção voluntária da gravidez» – nome pomposo dado ao aborto para, diríamos, não melindrar os mais sensíveis – devem passar a ser realizadas nos centros de saúde, pretendendo desobstruir os hospitais e, paralelamente, tornar mais céleres os processos que desejam liquidar a vida humana inocente em nome da liberdade da progenitora. 
 

Demitindo-se da sua responsabilidade de defender a vida humana desde a concepção até à morte natural, o Estado português, fortemente minado pela obstinada agenda social-comunista, apresenta-se como o inimigo primordial dos portugueses, deixando, como se dúvidas existissem, de merecer o mínimo crédito da parte destes. Impõe-se, por conseguinte, restabelecer a ordem, principiando por restaurar os preceitos morais que nortearam o Portugal católico ao longo de décadas de crescimento sustentável. Só poderá haver verdadeiro crescimento quando se der o primeiro lugar a Deus, que deve reinar nos corações dos homens e nas sociedades, e se defender a sacralidade da vida humana. 
 

O movimento Civitas Portugal reafirma, hoje e as vezes que forem necessárias, o seu completo compromisso com a defesa dos inocentes a quem o Estado português, recorrendo aos impostos dos cidadãos e às estruturas hospitalares que financiam, pretende liquidar. 
 

Os problemas financeiros, que tantas vezes justificam a realização de abortos, não se resolvem com esta prática, mas com um efectivo investimento naquilo que realmente interessa: o bem-estar da criança e da sua família. Um Estado católico, como o que sustentamos, pensa sempre em proteger as famílias e em garantir o seu florescimento. Já um Estado social-comunista, como o que nos amordaça, pretende ceifar vidas em prol do «progresso» e do «equilíbrio financeiro». Há que fazer escolhas e a nossa é, desde sempre, bem clara.